Amizade!

Este Blog é dedicado ao valor da amizade sincera.
Hoje posso dizer que tenho sim um grande amigo, mesmo a distancia. Peço sempre,Deus abençoá esta amizade!.
SEJAM BEM VINDOS AO NOSSO BLOG.
LUCY E TON

sexta-feira, 21 de maio de 2010









quinta-feira, 20 de maio de 2010

_________Amigo!Lu____________Amigo!Luc
______Amigo!Lucy e T_______Amigo!Lucy e Tow
____Amigo!Lucy e TownAm___Amigo!Lucy e TownAm
___Amigo!Lucy e TownAmigo!Lucy e To_______Amig
__Amigo!Lucy e TownAmigo!Lucy e To_________Amig
_Amigo!Lucy e TownAmigo!Lucy e TownAm_______Amig
_Amigo!Lucy e TownAmigo!Lucy e TownAmigo!______A
Amigo!Lucy e TownAmigo!Lucy e TownAmigo!Lucy__Ami
Amigo!Lucy e TownAmigo!Lucy e TownAmigo!Lucy e _A
Amigo!Lucy e TownAmigo!Lucy e TownAmigo!Lucy e To
Amigo!Lucy e TownAmigo!Lucy e TownAmigo!Lucy e To
_Amigo!Lucy e TownAmigo!Lucy e TownAmigo!Lucy e 
__Amigo!Lucy e TownAmigo!Lucy e TownAmigo!Lucy 
____Amigo!Lucy e TownAmigo!Lucy e TownAmigo!Lu
______Amigo!Lucy e TownAmigo!Lucy e TownAmi
_________Amigo!Lucy e TownAmigo!Lucy e T
____________Amigo!Lucy e TownAmigo!Lu
______________Amigo!Lucy e TownAmi
_________________Amigo!Lucy e 
___________________Amigo!Luc
_____________________Amigo!
______________________Amig
_______________________Am

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Amizade não se explica!
Amigos sabem quando serão amigos
Pois compartilham momentos...
dão força!
Estão sempre lado a lado!
Nas conquistas...
nas derrotas!
Nas horas boas...
e nas difíceis!
Amizade nem sempre é
pensar do mesmo jeito!
Mas abrir mão...
de vez em quando!
Amizade é como ter um irmão...
que não mora na mesma casa!
É compartilhar segredos...
emoções!
É compreensão...
é diversão!
É contar com alguém...
sempre que precisar!
É ter algo em comum!
É não ter nada
em comum mesmo!
É saber que se tem mais
em comum do que se imagina!
É sentir saudade!
É querer dar um tempo!
É dar preferência!
É bater um ciúme!
Amizade que é amizade nunca acaba!
Mesmo que a gente cresça!
E apareçam outras pessoas
no nosso caminho!
Porque amizade não se explica!
Ela simplesmente existe!

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Mensagem a um AMIGO

TELEVISOR








Um menino, meditando enquanto orava, pediu a Deus:



"Senhor, esta noite te peço algo especial: me transforme em um televisor.



Quero ocupar o seu lugar.



Viver como vive a TV de minha casa.



Ter um lugar especial para mim, e reunir minha família ao redor...



Ser levado a sério quando falo...



Quero ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções nem questionamentos.



Quero receber o mesmo cuidado especial que a TV recebe quando não funciona.



E ter a companhia do meu pai quando ele chega em casa, mesmo que esteja cansado.



E que minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em vez de ignorar-me.



E ainda que meus irmãos "briguem" para estar comigo.



Quero sentir que a minha família deixa tudo de lado, de vez em quando, para passar alguns momentos comigo.



E, por fim, que eu possa divertir a todos.



Senhor, não te peço muito...



Só quero viver o que vive qualquer televisor!"



NUNCA SE ESQUEÇA DEUS ESTÁ SEMPRE PRESENTE E PRONTO PARA LHE DAR O AUXÍLIO



QUE VOCÊ PRECISA.



VOCÊ NÃO PRECISA SER UM TELEVISOR, AO CONTRÁRIO VOCÊ É TEMPLO DE DEUS,



E SENDO TEMPLO DE DEUS VOCÊ É IMPULSIONADO A EVANGELIZAR!!!!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Posted by PicasaCoração livre = vida nova
É necessário fazermos uma parada para reflexão
Dizem que a águia é um dos melhores exemplos de coragem na arte da renovação. É a ave que possui a maior longevidade da espécie, chegando a viver 70 anos. Mas, para chegar a essa idade, ela tem de tomar uma séria e difícil decisão. É que aos 40 anos, por estar com as garras compridas e flexíveis, ela não consegue mais agarrar as presas das quais se alimenta. E o bico, alongado e pontiagudo, se curva.


Apontadas contra o peito estão as asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas, de forma que voar já não é tão fácil! Então, a águia só tem duas alternativas: Morrer ou enfrentar um doloroso processo de renovação de 150 dias de duração, que consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão, onde ela não necessite voar. E, após encontrar esse lugar, ela começa a bater com o bico em uma superfície até conseguir arrancá-lo. Ao alcançar esse objetivo, espera nascer um novo bico, com o qual, mais tarde, vai arrancar suas garras. Quando começam a nascer as novas garras ela passa a arrancar as velhas penas. E só após cinco meses sai para o esperado voo da renovação, quando poderá viver mais 30 anos.


Se é verdade ou não que essa ave passa por esse processo eu não sei, mas acredito que a parábola pode nos ajudar a pensar na vida e a nos encorajar a tomarmos as decisões de que talvez precisemos hoje.


Assim como acontece com a ave de rapina, a vida nos ensina que – para continuarmos voando – é necessário nos desprendermos daquilo que nos pesa: as lembranças, os costumes antigos, os apegos exagerados, os sentimentos feridos e tantas outras coisas que cresceram mais do que deviam dentro de nós, podendo nos roubar a leveza de nossos atos e nos impedir de voar mais alto.


Chega a hora em que é necessário fazermos uma parada para reflexão e possível mudança. Nem sempre é uma escolha fácil, porém, é importante. Uma viagem, férias prolongadas ou, para quem pode, uma temporada na praia podem ser ótimas opções. No entanto, o mais relevante é mesmo a coragem de rever a vida e a decisão de mudar o que é preciso. O lugar favorável ajuda, mas o essencial é mesmo a decisão da mudança.


Acredito que é fundamental, neste tempo, fazer as pazes com os acontecimentos do passado, preservando uma memória grata do que foi bom e a lição que os erros nos ensinaram, sem dar espaço para saudosismos nem culpas. Somente um coração livre do peso do passado pode dar espaço para as novidades que a vida oferece a cada amanhecer.


Conheço muita gente que deixou de viver por medo de tomar a decisão da águia... Que este não seja seu caso. 

Poema Aos Amigos

terça-feira, 4 de maio de 2010

Para um anjo especial

Menssagem

Epitáfio

Quando eu era jovem e livre, sonhava em mudar o mundo.

Na maturidade, descobri que o mundo não mudaria.

Então resolvi transformar meu país.

Depois de algum esforço, terminei por entender que isto também era impossível.

No final de meus anos procurei mudar família, mas eles continuaram a ser como eram.

Agora, no leito de morte, descubro que minha missão teria sido mudar a mim mesmo.

Se tivesse feito isto, eu teria sido capaz de transformar minha família.

Então, com um pouco de sorte, esta mudança afetaria meu país e – quem sabe... o Mundo inteiro.

(Epitáfio inscrição tumular de um bispo da Abadia de Westminster, século XII)

**Já está mais do que na hora de aprendermos essa lição:

No mundo, só podemos mudar a nós...

E com essa mudança transformaremos tudo ao nosso redor, conseqüentemente ao mundo...

Então o que estamos esperando? Mãos à obra!!!

Tenha um dia repleto de "mudanças no mundo”... Evangelizando!!!!!!!!!!
www.padremarcelorossi.com.br

Para um anjo especial

segunda-feira, 3 de maio de 2010


FORMAÇÕES

Imagem de Destaque

A sensatez em nossas decisões

A impulsividade nos incita a fazer aquilo que mais nos agrada
Todos os dias, precisamos tomar nossas decisões e algumas delas, às vezes, são assumidas sem profundas avaliações sobre as consequências que poderiam trazer para a nossa vida. Dentro da vida conjugal, com o passar dos anos, vamos percebendo que as decisões vividas em casa são mais tranquilas quando há um consenso entre marido e mulher, as quais vão desde aquilo que será colocado no carrinho de compras até a maneira de educar os filhos.
Divergências podem surgir, especialmente, quando decidimos por nós mesmos o que fazer, pois, diante da possibilidade de erro, o nosso cônjuge poderá nos culpar, dizendo: “Era óbvio que isso não ia dar certo!”. A vida a dois se torna mais fácil quando o casal percebe que a sensatez se encontra na concordância entre marido e mulher, os quais, de maneira harmoniosa, a estabelecem dentro do relacionamento.
Contudo, independentemente do nosso estado de vida: solteiro, casado ou viúvo, no momento em que estamos imbuídos de fazer alguma coisa, a impulsividade nos incita a fazer aquilo que mais nos agrada ou nos parece mais fácil. Na tentativa de fazer acontecer a nossa vontade, focamos nosso objetivo em uma única opção, a qual acreditamos ser a melhor alternativa e, dessa forma, nos arriscamos. Por muitas vezes, obstinados em nossa verdade, fechamos os ouvidos para qualquer outro parecer diferente daquilo que achamos ser o certo; e cegos nesse propósito, podemos perder a noção sobre a real importância do que decidimos realizar.
Como indivíduos, temos o direito de formar nossa própria opinião acerca das coisas, mas temos de ter noção dos impactos causados por nossas atitudes em nossas vidas, como também na vida daqueles que estão ao nosso lado. No trânsito, vemos, com frequência, conversões perigosas, ultrapassagens forçadas, simplesmente para economizar alguns minutos, muitas vezes, em nada significativos para a viagem. Todavia, estariam os passageiros desses veículos cientes e unânimes em acolher para si as consequências da decisão assumida pelo motorista?
Sabemos que algumas atitudes impensadas, tomadas deliberadamente por nós, de alguma maneira, tiveram grandes consequências, cujos reflexos ainda repercutem em nossas vidas, no ambiente de trabalho, na família e até podem ter ofuscado nossa imagem perante outras pessoas.
Diante das futuras situações, simples ou complexas, tomemos como tática a partilha de opiniões com o outro sobre aquilo que pretendemos fazer. Assim, evitaremos que a ausência de sensatez nos faça tomar os pés pelas mãos com atitudes que poderão comprometer a nós e ao nosso semelhante. Para isso, colher informações sobre os fatos, estudar o que temos nas mãos, determinar os prós e os contras sobre aquilo que se pretende assumir são sinais de maturidade, equilíbrio e prudência.
Dado Moura.


Confie em Deus!


Largue qualquer sombra do passado ao chão do tempo, qual a árvore que lança de si as folhas mortas?
Não se ausente, diante da oportunidade de servir, pois, sentirá a mão de Deus.
Mobilize o pensamento para criar vida nova, produzindo qualidades e aprimorando seus defeitos.
Seja simpático e evite qualquer impulso de agressão.
Se você pode ajudar, em auxílio de alguém, faça isso agora.
Enriqueça seu vocabulário com boas palavras, que levante o outro.
Aprendendo a escutar, você saberá compreender.
A melhor maneira de extinguir o mal será substituí-lo com o bem.
Viva o presente, agindo e servindo com fé e alegria sem afligir-se pelo futuro, porque, para viver amanhã,
você precisará viver hoje.
Habitue-se a sorrir.
Não permita que a dificuldade lhe abra porta ao desânimo porque nela aprendemos a ser melhor.
Ampare-se, amparando os outros.
Abençoe as pessoas que encontrar.
Nunca desconsidere o valor da sua dose de solidão, a fim de aproveitá-la em meditação e reajuste das próprias forças.
Observe, todo tempo, é tempo de DEUS para restaurar e corrigir, começar e recomeçar.
Vamos Evangelizar!!!!!!!!!!!!!
www.padremarcelorossi.com.br

O castiçal

Beto era um homem pobre.
Jardineiro ganhava a vida no trabalho diário com flores e plantas.
Certo dia, ele se dirigia para casa quando encontrou no caminho um homem prestes a ser assaltado.
De alma nobre e ânimo valente, logo foi em socorro do desconhecido.
Graças à sua interferência os dois ladrões fugiram sem causar maiores danos físicos.
Reconhecido, o quase assaltado resolveu premiar o seu salvador.
Por ser um rico mercador e possuir muitas e ricas peças, tomou de uma caixa amarela de couro lavrado
e a deu ao jardineiro.
Beto foi rápido para casa.
Mal podia conter sua curiosidade.
O que será que lhe teria dado o rico senhor?
Como a caixa pesasse ele pensou que poderiam ser muitas moedas de prata.
Ao abrir a caixa para conhecer as preciosidades que ela devia conter, ficou desiludido.
Era somente um castiçal.
Um castiçal de metal escuro e pesado.
Beto ficou muito aborrecido.
Afinal, arriscara a vida lutando contra os salteadores da estrada e ao final, somente ganhara aquilo.
O que ele faria com um castiçal?
Convencido do desvalor do presente, ele atirou o castiçal a um canto.
Abandonado, o objeto ficou rolando pela casa.
Toda vez que o jardineiro colocava sobre ele os olhos, mais se amargurava lembrando-se do episódio.
Descuidadamente, o castiçal caiu no terreno e ficou ao relento alguns dias.
De outra feita, serviu de calço para um móvel partido.
Até como martelo foi utilizado pelo seu dono.
Como as dificuldades da vida de Beto se avolumassem, ele precisou sair daquela casa e foi morar em outras paragens.
Levou consigo quase tudo que possuía.
Mas deixou sobre a mesa suja, o castiçal.
Afinal, era uma coisa imprestável!
Ora, aconteceu que na casa deixada por Beto, veio morar um músico.
Descobrindo o castiçal em desleixo, teve logo a impressão de que deveria ser uma peça curiosa.
Tirou-lhe o pó e livrou-o das manchas que o recobriam.
Viu então que na base da peça haviam várias figuras.
Um belo navio, que parecia vencer as ondas e uma bailarina graciosa que dava a impressão de dançar no meio
de um lindo jardim.
Virando um pouco a peça, descobriu ainda um majestoso templo com torres apontadas para o céu.
E, finalmente, um corcel negro a galopar sobre uma montanha de nuvens.
Quanta beleza!
Imaginou logo o músico que o castiçal deveria ser uma preciosidade.
Tratou de mostrá-lo a várias pessoas, até conseguir que um rico colecionador de peças raras o comprasse,
por uma fortuna incalculável.
O que nas mãos de Beto era uma peça inútil se transformou em uma verdadeira preciosidade aos olhos inteligentes
de Leonardo.
Quantas pessoas existem no mundo que, à semelhança do jardineiro, possuem ao seu lado tesouros incalculáveis,
mas cujos olhos não se apercebem do que os rodeia.
A peça preciosa que Deus depositou em nossas mãos pode ser uma esposa dedicada, uma mãe extremosa,
um filho, pais dedicados.
Haverá tesouro maior que o dos afetos que abençoam uma vida, enchendo-a de alegrias?
Aproveite ao máximo os tesouros do tempo e da oportunidade, valorizando o conhecimento pela sua bem
dirigida aplicação.
Evangelize!!!!